Vida – O Game Onde Para Passar de Fase Você Deve Morrer!

Você está vivo ou isso que você chama de corpo é apenas um avatar em um game de última geração?

Até bem pouco tempo tinha dúvidas sobre a realidade das coisas, não apenas sobre minha vida, mas do entorno, do cosmos em si. Apesar de não ter religião, muitas vezes me deparei com certos fatos ou circunstancias que me faziam parar para pensar: Por que isto está aqui? Por que o vidro existe? Por que existem ondas de rádio? Por que existe o petróleo? O que havia antes do Big Bang? O Universo seria finito?

Então imaginei um cenário onde, por alguma razão, não existisse o vidro e assim, não teríamos lâmpadas, válvulas, computadores, microscópios, telescópios, automóveis e um monte de coisas que vieram porque existe esse material relativamente resistente e transparente.  Com certeza estaríamos ainda na idade média. Mas sempre me pareceu que o vidro estaria ali, em algum lugar escondido na areia como um prêmio para passarmos para uma era ou “Fase” melhor de uma especie de Jogo de Deus.

Imaginei, também, um mundo onde não existisse o petróleo e assim, sem automóveis, sem aviões, sem nada, pois precisamos dele para tudo. E ele sempre esteve lá, enterrado, como o vidro pronto para ser descoberto em algum momento crítico de nossa sociedade.

O que dizer das ondas eletromagnéticas que sempre existiram e só conseguimos percebe-las ou “ganha-las” a pouco mais de 200 anos. Imagine um mundo sem radio, sem tv, sem telefones!

Dai eu penso que devam haver outros “prêmios” escondidos nesta nossa realidade que iremos descobrir na hora certa, quando tivermos um certo número de pontos. A natureza em si esta impregnada de dados, só funciona com base em leis físicas e matemáticas. Algo que esta guardado para o futuro é o entrelaçamento quântico que ninguém sabe ao certo porque existe mas sabe-se que possivelmente ele será a base do tele-transporte. Quem sabe quando a ultima gota de petróleo ser extraída alguém não surja com tele-transporte?

Também é bom citar que a humanidade já teve bilhões de seres humanos mas seu avanço deve-se a meia duzia de gênios que, vez que outra, surgem como do nada (Einstein, Da Vici, Newton, Galileu entre outros poucos).

Quer algo ainda mais misterioso que a física quântica? A possível existência de OVNIs que há tempos surgem aqui e acolá nos deixando perplexos pois fogem totalmente do que sem tem como real na ciência atual. Pelos relatos, não seguem as leis da fisica. Não que eu acredite cega e tolamente como grande parte de quem diz estudar “a sério” tais coisas pois, como disse, são tão anormais como os fantasmas que são vistos em mansões assombradas.

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Indo mais além da razão, além da física terrena e de possíveis visitantes sabe-as lá de onde, temos ainda a possibilidade remotíssima de entidades espirituais e da existência de vida após a morte e coisas do gênero.

Colocando tudo isso em um grande misturador de ideias e observando que a tendência atual da computação de ponta é a busca da inteligência artificial e da criação de mundos virtuais cada vez mais perfeitos  chega-se a seguinte conclusão:

Em um futuro não muito distante, nossas vidas dependerão tanto das maquinas que seremos parte do sistema. Elas trabalharão para nós, irão plantar, colher, defender a Terra de asteroides, controlar o clima, estações, inclinação do eixo da Terra e muito mais. Neste tempo viveremos apenas para o prazer, possivelmente conectados em rede, viajando a qualquer lugar, fazendo amor com quem desejarmos, beber o quanto pudermos e até mesmo usar drogas mas tudo virtualmente. Nossos corpos não irão sentir na verdade, apenas nossas mentes conectadas ao sistema. Como essas super inteligências nos manterão sempre sadios e em segurança, possivelmente seremos quase que imortais devido a engenharia genética melhorada.

Agora que vem a parte realmente interessante: E se já chegamos nesta fase, nesta era de maravilhas infinitas? E se nossos corpos são apenas simples avatares em um Cosmos limitado por leis da física criadas pelo próprio sistema, como velocidade de luz? Imagine que não há outro planeta  e que tudo que vemos, todas as trilhões e trilhões de galáxias são apenas ilusões de um sistema que sabe ser impossível ir até lá, como aquelas montanhas que vemos em todos os jogos e que jamais conseguimos ultrapassar?

Talvez mentes mais evoluídas vivam essa nossa realidade apenas por prazer, não estão aqui e sim do outro lado da tela, em outra dimensão. Talvez quando perdemos todos os pontos é que finalmente morremos em nossa existência e voltamos para a realidade deles. Isso todas as religiões pregam, ou seja, que estamos de passagem, melhorando e que o paraíso fica depois da morte. Será que estamos vivendo como no filme Matrix?

Pode parecer loucura mas há vários cientistas se perguntando a mesma coisa, em especial  Nick Bostrom  (Hipótese da Simulação), Rich Terrile (NASA), Elon Musk (Empreendedor). Para eles, vivemos realmente numa simulação, em um verdadeiro “Game Cósmico” de ultima geração. Além de evidencias comparativas temos apoio destas ideias na Física Quântica que diz que as coisas só existem e podem ser identificadas apenas quando a estamos observando. O fenômeno é comum e ocorre quando se caminha por uma estrada em um game e o que passa diante de nossa visão, logo desaparece, é apagada da Ram. Se voltarmos para traz, o ambiente se cria novamente, com todas as funções, memorias dos personagens etc. Há ainda que diga que o Universo em que vivemos seria finito e que, se fossemos sempre em linha reta, voltaríamos ao mesmo lugar, mais uma vez como em alguns tipos de vídeo games que quando se anda para a direita, surgimos do lado esquerdo da tela.

Talvez o fim do jogo seria com a morte onde passaríamos para a realidade deles! A emoção do jogo, desse teatro da vida seria em colocar emoções fortes como a luta pela vida como esta sendo hoje. Temos que tomar cuidado no transito, há malucos bêbados, policiais bandidos, políticos corruptos, terroristas em aviões, assaltantes em ônibus, nas calçadas, doenças, AIDS. Nenhum jogo criado hoje tem tanta emoção como a nossa vida real, por melhor e mais caro que ele seja. Qual a graça em atirar num determinado monstro em um game de Play 4 se a qualquer momento teremos que sair correndo pois alguém (de verdade), entrou pela porta dos fundos com uma arma de verdade para nos matar?

Talvez até quando morremos nesta “Fase” de nossas vidas, possamos voltar à vida em outro corpo, novamente fazendo um paralelo perfeito com o Espiritismo. E, se em alguma fase de game todas as regras são anuladas e tudo pode acontecer como por exemplo vermos pessoas mortas passando ao nosso lado e discos voadores nos céus vindo de lugar algum?

Seja como for, creio que isso pode não serem simples devaneios porque se foram pensados e escritos (como agora estou fazendo), devem realmente existir, neste ou em algum Universo.

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Um comentário sobre “Vida – O Game Onde Para Passar de Fase Você Deve Morrer!

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